Anos 80 — 90

O jogo entrou em casa.

As consolas e o PC deram tempo aos jogos para crescer: fases maiores, aventuras longas, mundos reconhecíveis e géneros com identidade própria.

1985 Arte de Mario e Luigi em frente ao castelo da Princesa Peach

Super Mario Bros.

Definiu a linguagem do jogo de plataformas: salto, ritmo, segredos, progressão e fases desenhadas para ensinar sem parar a ação.

1986 Capa de The Legend of Zelda: Twilight Princess

The Legend of Zelda

Transformou exploração em promessa. Mapas, mistério, inventário e descoberta criaram uma aventura que parecia maior do que o ecrã.

1984 / 1989 Capa de Tetris para Game Boy

Tetris

Nascido em 1984 e popularizado em massa no Game Boy em 1989, Tetris provou que um jogo abstrato podia atravessar idades e culturas.

1991 Arte clássica de Sonic the Hedgehog em Green Hill Zone

Sonic the Hedgehog

Velocidade, atitude e música forte fizeram de Sonic um símbolo da geração 16-bit e da rivalidade entre marcas.

1993 Capa de Doom 3 para PC

Doom

No PC, Doom tornou o shooter em primeira pessoa visceral, rápido e social, com partilha de mapas e partidas em rede.

1997 Capa de Gran Turismo para PlayStation

Gran Turismo

Trouxe colecionismo automóvel, condução mais séria e progressão de carreira para um público que queria aprender cada curva.

Géneros que cresceram

Plataformas, aventura, desporto, luta, RPG e tiro.

Foi nesta fase que os jogadores começaram a escolher identidades: corridas, RPG, futebol, luta, tiro, puzzles, atalhos e segredos.

Consola NES e comando

Resumo

Os clássicos criaram memória muscular.

Botões decorados, músicas reconhecíveis e mundos aos quais ainda se volta décadas depois.

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